pianista fabuloso, homem corajoso, preso nas suas dúvidas e nos seus labirintos.
terça-feira, 28 de julho de 2020
shirley
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terça-feira, 21 de julho de 2020
o futuro...
e a psicologia do e no futuro.
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domingo, 12 de julho de 2020
milhões de milhões
livro que deixa muito a desejar, numa área cujo acesso a dados (a big data) traz um enorme potencial de compreensão (e aceitação) de algumas pessoas, dos seus comportamentos e da sua intimidade, quando aceite pelo outro (com essa possibilidade).
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sábado, 27 de junho de 2020
Inquietude.
em busca do percurso do adam driver cheguei aqui... péssimo início de um filme que tinha muito (argumento, driver, ...) para ser diferente para (muito) melhor. ainda assim um objecto interessante e com uma base sólida de pensarmos como enquanto seres individuais e relacionais nos comportamentos, nos desenvolvemos...
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Utopia para Realistas
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domingo, 14 de junho de 2020
O último fato...
numa época em que se discute, à boleia do novo AO, as palavras fato vs facto, um filme que usa um facto (o holocausto) com uma simbólico de um (último) fato (azul, por sinal) e se constrói em volta de uma definitiva viagem por um definitivo e a todos absurdo, compromisso. pautado de momentos de humor que procuram comercializar um objecto que viveria melhor do e no não comercial, não deixa de ser um filme interessante pela força de alguns diálogos (o polónia, não alemanha; a negociação inicial com a neta, a preferida), de algumas imagens (o avião, o comboio) e de alguma da narrativa (do encontro).
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segunda-feira, 8 de junho de 2020
Homo Deus
depois de sapiens, homo deus é como que um balde de água fria.
menos ritmo mas particularmente menos densidade. mantém-se a organização eficaz e simples... E, além do papel da intersubjectividade na construção do humanismo e da sociedade conforme a pensamos, ficam as perguntas finais, como fundamental do livro:
. O que tem mais valor, a inteligência ou a consciência?
. E o que sucederá à sociedade, à política ou à vida quotidiana quando os algoritmos não conscientes mas de inteligência superior nos conhecerem melhor que nós próprios?
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quarta-feira, 3 de junho de 2020
capitão fantástico.
excelente vigo, a lembrar-me, embora em interpretação muito distinta, eastern promises.
excelente mackay.
excelente matt, que, a partir de um conjunto de fragmentos (actores, fotografia, narrativa, música) faz um grande filme a que falta um grande nome.
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segunda-feira, 1 de junho de 2020
hunger.
um filme que trata o "interior", doloroso e potente, do conflito em que pessoas (as pessoas) se entregam total e abnegadamente à convicção, à polarização. tensão sempre presente e uma narrativa, feita da fotografia e do diálogo. um filme marca, do melhor de steve mcqueen e com um enorme fassbender.
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segunda-feira, 18 de maio de 2020
the place.
cada lado tem um outro lado. um filme, exigente, que adapta uma interessante série (the booth at the end). para reflectir. para (nos) confrontar.
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domingo, 17 de maio de 2020
encantado...
wonder, uma boa adaptação de um interessante romance que trata a forma como crescemos, em crise, na e com a diferença. com aquele final feliz esperado que fora dos filmes e romances, não chega sempre. não chega, ainda, quase sempre. e por isso, tantas e tantos, não chegam lá onde auggie quer(ia) ir. e, de certa forma, foi e vai.
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domingo, 10 de maio de 2020
Inside BI Team
Um livro interessante que acompanha a criação e desenvolvimento de uma das actuais mais relevantes equipas a trabalhar as ciências comportamentais e os nudges em política pública - a BI Team.
“Se nós somos como que arquitectos - lembremo-nos que não existe a opção de sermos neutrais ou não produzirmos qualquer efeito - temos que ter claro para quem trabalhamos. Nudgers, como engenheiros ou arquitectos, devem trabalhar para o cliente e o cliente deve ser o público. O cliente somos todos nós.” David Halpern
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domingo, 3 de maio de 2020
arrival.
não sendo um filme deslumbrante, trata um tema comum com uma sensibilidade não tão comum. do encontro da linguagem, ao encontro do pensamento. ainda que longe do grande incendies, mais um filme interessante de villeneuve.
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sábado, 2 de maio de 2020
herdade
rui cardoso martins, paulo branco e tiago guedes a grande nível...
actores, fotografia, música.
muito muito interessante momento do cinema e do audiovisual português.
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sexta-feira, 1 de maio de 2020
domingo, 26 de abril de 2020
totoro.
um muito bonito filme e uma sandália salmão que, afinal, não era a sandália salmão.
perfeito para ele...
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quarta-feira, 22 de abril de 2020
Sérgio.
um "filme" que romantiza, exactamente pelo romance que adensifica, um dos personagens mais estimulantes, exactamente por denso, dos últimos anos - sérgio vieira de melo.
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domingo, 12 de abril de 2020
UnOrthodox.
série interessante que mergulha num mundo diferente mas que sobreleva, no bem e no mal, a quantidade de mundos que cabem dentro deste nosso mundo e a forma como as pessoas se adaptam / resistem a eles. curiosa viagem...
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domingo, 5 de abril de 2020
despojos.
do dia, da noite, da vida.
do melhor do melhor período do kopkins. e dos papéis, da sua confusão, da culpa. da culpa.
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sábado, 4 de abril de 2020
a forma do silêncio.
1 minuto. 1 minuto que seja.
excelente filme do momento mais cinematográfico do sec. XX.
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domingo, 29 de março de 2020
da corda bamba....
Fascinava-me a personagem do Philipe Petit que caminhou (e se deitou, como na imagem) num cabo suspenso entre as torres Norte e Sul - as famosas (agora ainda mais) Torres Gémeas. Há a certa altura do documentário algo que me ficou marcado e que creio já todos sentimos. Numa conversa com o “mentor” este diz-lhe que o mais difícil são os 3 passos finais, quando achamos que (já) conseguimos.
À pergunta, não pensa na morte quando ali está? “É quando me sinto mais vivo.” Mais vivo e a sorrir, como ao que tudo indica sorriu quando atravessou.
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terça-feira, 25 de fevereiro de 2020
segunda-feira, 17 de fevereiro de 2020
sábado, 15 de fevereiro de 2020
j'accuse?
um interessante filme, particularmente actual.
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quarta-feira, 29 de janeiro de 2020
queremos ser realmente livres?
livro complexo que reflecte sobre o ser-se livre numa época de dataísmo, big data, microtargeting.
a emergir dum campo indefinido entre a psicologia, a filosofia e a sociologia. um objecto curioso.
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domingo, 19 de janeiro de 2020
vender é humano?
livro de leitura simples (lido por necessidade). parte do pressuposto que todos somos vendedores porque todos, no nosso dia-a-dia, procuramos que outros disponibilizem-se recursos em determinado sentido. apresenta as vendas como área em forte expansão em todo o mundo e debruça-se sobre o processos, determinantes e pistas de actuação.
um manual, manual.
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segunda-feira, 13 de janeiro de 2020
turn of mind.
um pequeno filme lindíssimo em torno da mudança e do nosso encontro connosco e com o nosso 'entorno' com o branco da neve e a dinâmica do exercício (a caminhada, a escalada, o snowboard) a pautarem o ritmo. Aqui...
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domingo, 5 de janeiro de 2020
psicologia, política(s) e interesse público
um interessante livro para pensar e organizar os contributos da Psicologia para a política e o interesse público, a partir de um conjunto significativo de entrevistas a psicólogas/os dos EUA com contributos em diferentes papéis para políticas e leis.
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sábado, 4 de janeiro de 2020
el pepe.
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quarta-feira, 1 de janeiro de 2020
o primeiro filme do ano...
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sexta-feira, 27 de dezembro de 2019
free speech
“Hoje somos todos vizinhos”. Assim abre o livro de Timothy Ash, um dos grandes pensadores do mundo actual. Um livro fabuloso que contextualiza um mundo onde todos somos próximos, estamos ligados (utilizadores do Facebook fariam dele o maior país do mundo se considerados habitantes) e nos movimentamos (1 em cada 30 pessoas vive hoje num país distinto daquele em que nasceu) para depois Alencar 10 princípios que defende para um mundo conectado e com liberdade de expressão:
- Sangue da Vida - “todos os seres humanos devem ser livres para se expressar e procurar e receber informação e ideias independentemente das fronteiras existentes”.
- Violência - “não ameaçamos violência nem aceitamos intimidações”.
- Conhecimento - “Não aceitamos tabus em torno de qualquer possibilidade de expansão do conhecimento".
- Jornalismo - “Requeremos medias sem censura, diversos e confiáveis para que possamos tomar decisões informadas e participar totalmente na vida política".
- Diversidade - “Expressamo-nos abertamente e com civilidade acerca de cada diferença do seu humano”.
- Religião - “Respeitamos quem acredita mas não necessariamente o conteúdo daquilo em que acredita".
- Privacidade - “Devemos ser capazes de proteger a nossa privacidade e a nossa reputação mas não prevenir ou impedir o escrutínio determinado pelo interesse público"
- Segredos - “Devemos ser empoderados para desafiar os limites da liberdade de informação em área como as da segurança nacional".
- Icebergs - “Defendemos a internet e outros sistemas de comunicação contra usurpações ilegítimas de poderes públicos os privados”.
- Coragem - “Decidimos e enfrentaremos as consequências”.
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terça-feira, 24 de dezembro de 2019
psychology in crisis?
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domingo, 22 de dezembro de 2019
dois papas.
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domingo, 15 de dezembro de 2019
as histórias...
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sábado, 7 de dezembro de 2019
sexta-feira, 6 de dezembro de 2019
emergência climática. comportamento, motivação e tomada de decisão. psicologia.
rótulos e 5s para a decisão. enviesamentos e seu papel, de espaço, de tempo, de disponibilidade, de emoção, de confirmação. sistemas de pensamento, automatismos e racionalizações. campanha, medo e evitamento. construir pontes para aproximar da razão, posta em causa pelo tribalismo.
um pequeno livro é certo. mas com muito para explicar (e a fazer reflectir sobre) este megalómano desafio e os contributos da psicologia nele. e...
(paul polman, ceo unilever)
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terça-feira, 19 de novembro de 2019
inquietação, te perdermos.
"
Ensinas-me fazer tantas perguntas
Na volta das respostas que eu trazia
Quantas promessas eu faria
Se as cumprisse todas juntas
"
obrigado josé Mário branco.
por tudo. por tudo e pelo que me trouxeste.
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segunda-feira, 18 de novembro de 2019
a terra, plana.
a primeira imagem do documentário ficará registada em mim, a explicação. e a t-shirt, "flat earth army". e depois, "eu não escolhi a flat earth, ela escolheu-me a mim" ou "estamos a derrotar a ciência". os mantras, os populistas e a busca de protagonismo, o obscuro face à ciência. o efeito dunning-kruger, quando incompetente, não o percebe e sobrevaloriza-se. sinais do tempo. de um estranho e desafiante tempo.
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domingo, 17 de novembro de 2019
moonrise.
(wes) kingdon, no seu universo.
bonito, sempre. como os binóculos enquanto objecto de poder mágico, que permite aproximar, ver mais...
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sexta-feira, 8 de novembro de 2019
quarta-feira, 6 de novembro de 2019
you were never really here...
uma pedrada no charco, com um grande título e um grande actor.
isso e mais uns pós que não aproveita o poderoso argumento e o seu entorno. dito de outra forma, bom mas poderia ser tão bom...
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sábado, 2 de novembro de 2019
sábado, 26 de outubro de 2019
sexta-feira, 25 de outubro de 2019
joker.
joker é, em mim, um dos mais marcantes filmes que "vi".
"vi", porque não se vê apenas. poucas vezes me confrontou tanto um filme. com a responsabilidade de cada um em cada coisa, incluindo na/o outra/o. pelo que não é apenas na realização (muito interessante) ou no phoenix (portentoso) que o filme se baseia. antes num argumento incrível, escrito palavra a palavra numa busca de sentido "completo" e "integro" que atinge.
do início, que situa a narrativa num dia, num horário, numa temperatura (como que a posicionar-nos) e lhes acrescenta uma lágrima, à fotografia inicial (o pós-agressão, enquadrado no lixo que cresce nas suas laterais), ao cartão ("i have a condition"), à imagem do lavatório que se transforma e a entrada no frigorífico que o e nos "congela" e às reflexões confrontantes:
"o pior de ter doença mental é as pessoas esperarem que nos comportemos como se não a tivéssemos" (arthur fleck; joker).
tudo. todo.
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segunda-feira, 21 de outubro de 2019
segunda-feira, 14 de outubro de 2019
Everybody lies...
Big data como portentosa ferramenta de análise do comportamento humano. se já hoje, como será amanhã parece confrontar-nos, página a página. interessante livro de umas das pessoas que no mundo mas tem estudado e promovido o fenómeno do Big data, numa perspectiva de conhecermos (prevermos) os comportamentos com base nos comportamentos anteriores dos indivíduos e grupos e de que os dados são mais verdadeiros que o relato das pessoas. sem deixar de discutir as implicações éticas, recheado de interessantes exemplos, sublinha ainda os 4 poderes do Big data: oferecer novos tipos de dados; disponibilizar dados honestos, verdadeiros; permitir que nos foquemos num pequeno grupo de pessoas ou de dados; facilitar a experimentação de dados e de hipóteses.
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terça-feira, 8 de outubro de 2019
júlio e o presente.
vi pela segunda vez o (muito peculiar e interessante) pianista Júlio Resende, a solo.
vi pela segunda vez com o mesmo deslumbramento e, embora sem o encantamento da primeira vez, viajei no e com os improvisos e os maneirismos de um músico que soube projectar-se na música portuguesa, com a música portuguesa (em particular a partir de amália).
a certa altura pegou no microfone e disse que a música, a sua música, lhe dava presente num tempo tão carente de presente e tão focado no passado e no futuro. isso, presente. tenhamos presente. e que a arte e a sua fruição nos dêem, também, veículo para tal.
obrigado júlio.
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quinta-feira, 3 de outubro de 2019
12 angry men.
o melhor (para mim) de um dos melhores. lumet sem grandes meios mas a fazer de um argumento poderosíssimo, que nos confronta (a todos, em tudo), um filme relevantíssimo para a história do cinema.
filme agora revisto e com tudo nele. desde a faca na mesa, ou como devemo-nos permitir a aceitar que coincidências mesmo muito coincidências podem mesmo acontecer. ou como me lembra a forma como devemos, quando moderamos, quando lideramos, agir para que a opinião prevalecente não deixe de permitir espaço para que a não prevalecente seja discutida - e como uma pessoa que me é muito querida me mostrou in loco como bem se faz isso.
um grande filme. e será sempre bom regressar a ele...
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segunda-feira, 16 de setembro de 2019
quarta-feira, 11 de setembro de 2019
antónio ribeiro, variações.
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