pela ordem de preferência.
tipo de 1 a 4 (em que quatro é muito bom)...
4.
3.
1.
...coloração avermelhada, fruto fibroso de sabor agridoce.
quarta-feira, 24 de abril de 2013
pela ordem de preferência.
tipo de 1 a 4 (em que quatro é muito bom)...
4.
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domingo, 21 de abril de 2013
este...
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segunda-feira, 15 de abril de 2013
sábado, 13 de abril de 2013
segunda-feira, 1 de abril de 2013
paul thomas anderson,
uma espécie do pouco que ver desta cinema nos dias que correm...
de ver... talvez algo mais até. mas não muito...
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terça-feira, 26 de março de 2013
terça-feira, 26 de fevereiro de 2013
ou o que se espera dela.
tanta expetativa. tanto por cumprir.
da bulgária, aqui. de espanha à bulgária.
ontem e hoje.
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sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013
uma pequena grande maravilha.
fundamental. intemporal.
e a marcar o início do cco. momento perfeito.
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terça-feira, 5 de fevereiro de 2013
a cidade merecia bem melhor.
e qualidade nas pessoas não faltava... então, porquê?
porquê?
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sábado, 26 de janeiro de 2013
este.
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sexta-feira, 18 de janeiro de 2013
quarta-feira, 2 de janeiro de 2013
fante é fabuloso.
pelo que, mesmo aqui (mesmo aqui), encontramos fante.
pouco (menos do que gostava), mas fante.
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sábado, 29 de dezembro de 2012
domingo, 11 de novembro de 2012
o visitante.
no ritmo do rumo vs sem rume vs rumo vs sem rumo.
interessante. essencialmente por isso.
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sábado, 27 de outubro de 2012
quinta-feira, 25 de outubro de 2012
domingo, 21 de outubro de 2012
porque prefiro a "parte news" à "parte room".
bastidores desenhados (mas bastidores) dos atuais "cozinhados" nisto de fazer (a) informação.
para pensar, refletir, entender e, especialmente, contextualizar. enquadrar.
venha a segunda série. lá para a primavera de 2013. depois de obama I, durante obama II.
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terça-feira, 16 de outubro de 2012
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sexta-feira, 12 de outubro de 2012
carey,
impulsivo, irascível, irrequieto.
escrita sem quês, porquês e/ou merdas.
forte. poderoso.
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sábado, 29 de setembro de 2012
domingo, 9 de setembro de 2012
não trocava a minha ansiedade e a dor dela pela calma feliz que tem o preço da não reflexão. o mesmo é dizer que gosto de ti sempre pronto a explodir.
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sábado, 8 de setembro de 2012
quinta-feira, 6 de setembro de 2012
na senda dos títulos dos livros, um título de filme que é mais filme que o próprio filme.
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segunda-feira, 3 de setembro de 2012
cinema brasileiro. mesmo brasileiro.
bom filme. grande fim. com o "exit" dos grandes radio...
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segunda-feira, 27 de agosto de 2012
domingo, 26 de agosto de 2012
a simplicidade levada ao absurdo do fabuloso.
grande, grande filme. dos sonhos aos sem sonhos numa cidade que parece sonhada.
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sexta-feira, 24 de agosto de 2012
quarta-feira, 22 de agosto de 2012
"se não conseguirem (encontrar um lugar onde fiquemos para sairmos da rua), fiquem com ele. não quero que ele seja como eu."
quantos mais ousman criaremos nós? neste nosso mundo?
assim mesmo... este pensar, permanente. e o fim. o fim.
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segunda-feira, 20 de agosto de 2012
e chegou a hora de "não me apetecer", "não querer".
chegou.
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domingo, 19 de agosto de 2012
da propaganda de outrora à de hoje...
pequenos saltos. outros contextos.
um portento da portugalidade e da mesquinhez dos nossos "chefes" à época.
a não perder o minuto "a nau portugal".
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sexta-feira, 17 de agosto de 2012
quinta-feira, 16 de agosto de 2012
"A Esquerda persiste na recusa ideológica em operar com o conceito de "natureza humana""
Não há nada como ler analistas ainda que só tenuemente esquerdizantes para perceber por que motivo a Esquerda radical, mesmo prometendo arrasar o "capitalismo de casino", aniquilar os especuladores financeiros, abater os ricos e instaurar o paraíso terrestre, não consegue demover os eleitores a entregar-lhe o poder. Essa incapacidade radica, no essencial, no esquecimento da história e, talvez sobretudo, na recusa ideológica em operar com o conceito de "natureza humana" ou, pelo menos - caso o conceito seja mesmo repugnante -, na recusa em atender às "profundezas antropológicas" (Edgar Morin) de certos comportamentos humanos.
Por que será que a malta não vota em massa no Louçã e no Jerónimo? Em finais dos anos trinta do século passado, já chegava à Europa muita informação sobre os milhões de mortos que custava a edificação do socialismo na União Soviética. A ascensão do fascismo impediu a intelligentsia ocidental de denunciar os crimes cometidos na pátria dos trabalhadores; e depois, o papel da URSS na derrota do nazismo e, subsequentemente, a Guerra Fria continuaram a justificar o silêncio com que muita gente, com a típica boa consciência da Esquerda, persistia em encobrir os horrores do estalinismo, porque era imperioso não fornecer argumentos à Direita e porque o Terror fora um erro acidental, que futuras experiências socialistas certamente suprimiriam. A partir de 1964, Brezhnev estabilizou com mão-de-ferro um regime ditatorial assente numa polícia política feroz (KGB) e numa Censura implacável. A União Soviética colocou um homem na Lua, abeirou-se do milagre económico com os seus portentosos programas quinquenais, e eliminou alguns aspectos mais escabrosos do estalinismo. A exegese dos textos fundadores do marxismo-leninismo continuou a fornecer a milhares de intelectuais europeus (e até americanos) matéria para apaixonados debates: houve amigos que se zangaram.
Entretanto, o mundo ocidental desenvolvia-se e enriquecia, experimentando depois da II Guerra Mundial, e até à crise do petróleo de 1973, as mais elevadas taxas de crescimento económico da sua história. Da moda à música e à exploração espacial, todas as indústrias, pesadas e ligeiras, registaram um desenvolvimento espectacular. As cidades europeias encheram-se de lojas, enormes armazéns e inúmeros supermercados com prateleiras a abarrotar dos mais variados produtos. Num mundo já dominado pela radiodifusão e pela televisão, a imagem de uma Europa colorida, livre, abastada, transpôs a Cortina de Ferro, e começou a despertar sonhos para os lados de Leste. Nestas sociedades, pobres e taciturnas, os Beatles conquistaram uma audiência apaixonada e impuseram-se como um ícone. O Ocidente tornou-se cada vez mais um fruto apetecido, gerando desejos e expectativas que o socialismo não podia satisfazer. Quando chegou Gorbachev mais a sua perestroika, a sociedade russa estava madura para uma mudança radical, abraçando a liberdade segundo o modelo do Ocidente. O "Fim da História", embora se revelasse provisório e ilusório, legou contudo uma consequência duradoira, que chega aos nossos dias: o total descrédito dos métodos revolucionários como meio para impulsionar o progresso, e a radical desmitificação do regime comunista, clamorosamente naufragado no meio da sua torpeza e ineficácia. Não admira que só franjas martirizadas pela frustração se mostrem entusiasmadas com os cacos deste regime que Louçã e Jerónimo têm para oferecer a Portugal.
O comunismo, enjeitado por aqueles mesmos que o viveram, não se recomenda a sociedades livres, habituadas à concorrência, conformadas com a existência de ricos, pobres e remediados, em que a vasta maioria das pessoas encara as promessas de igualdade social como histórias para adormecer. As nossas sociedades, tal como aquelas que foram penosamente emergindo do colapso da União Soviética e como todas em que reina um módico de liberdade, são sociedades compostas de indivíduos ávidos de consumo, que se tornou na principal, senão única, paixão contemporânea, exacerbada pela globalização. Garantidos os pilares essenciais do Estado Social, Educação e Saúde, as pessoas votam em quem lhes prometer maior acesso a plasmas, casas, automóveis, iPad’s e viagens por paragens tropicais; por quem lhes garanta a posse de um maior número de bens, materiais ou simbólicos. Está na natureza dos homens, que a Esquerda encara erradamente como um produto transitório de um sistema social defeituoso. Quando em 1884 Engels presenteia a Humanidade com A Origem da Família, da Propriedade Privada e do Estado, remete-nos para um mundo angélico, com criaturas a viverem felizes numa sociedade livre da praga do individualismo, em que tudo era comunitário. Apenas não nos explica como e porquê surgiram então energúmenos movidos pela ideia tenebrosa de se apropriarem do que era colectivo, secundados por outros indivíduos que se apressaram a imitá-los. Engels não explica, em suma, a origem da propriedade privada uma vez que, excluindo o factor natureza humana, fica sem instrumentos conceptuais que permitam esclarecer por que motivos as idílicas comunidades primitivas não resistiram à cupidez do Homem. Muito mais proveitosa é a este respeito a leitura de Locke, que em lugar de um tipo humano ideal e inexistente, se ocupa do pequeno homem industrioso, aplicado a ganhar a vida o melhor possível, dentro do respeito pelas leis.
Enquanto a Esquerda não submeter a uma crítica radical os vários socialismos reais que conhecemos - e não há senão socialismos reais; enquanto não reexaminar os pressupostos ontológicos do seu entendimento da sociedade, poderá seduzir uma minoria de incautos bem intencionados, mas não chegará ao poder - a não ser numa circunstância absolutamente extraordinária e totalmente imprevisível.
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um filme leve, sem deslumbrar (a fotografia é interessante) e com argumento previsível q.b. e final sonso.
o melhor filme do ano (2011) para holywood.
assim. natualmente.
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sexta-feira, 10 de agosto de 2012
"livrico".
pequeno, conciso.
uma amostra. bonita.
para um livro. lindo. o tal filho de mil homens.
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quarta-feira, 8 de agosto de 2012
quando já nem a vergonha lhes sobra....
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um filme forte (muito forte) que oscila entre momentos filme (com uma fotografia espantosa) e momentos não-filme (parecem feitos, pensados por outras pessoas).
quanto à história / estória, o nosso mundo como ele é. merdoso. injusto. desequilibrada. frustrante.
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segunda-feira, 6 de agosto de 2012
sábado, 4 de agosto de 2012
a milhas do finding e do monster's ball.
milhas. milhas.
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terça-feira, 31 de julho de 2012
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maravilhoso peixoto. o seu melhor. ou do seu melhor.
um livro mais que um livro. uma estória. estória.
brilhantemente construída, narrada, enleada, escrita.
aqui mesmo neste retângulo. deste retângulo. sobre este retângulo.
pessoas. pessoas. nós. todas e todos.
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quinta-feira, 26 de julho de 2012
quarta-feira, 25 de julho de 2012
terça-feira, 24 de julho de 2012
segunda-feira, 23 de julho de 2012
sábado, 21 de julho de 2012
por constaste a uma vasta mas nada deserta escrita!
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sexta-feira, 20 de julho de 2012
terça-feira, 17 de julho de 2012
sábado, 14 de julho de 2012
perguntem. perguntem porque é que fante entrou em mim para não mais sair.
bandini, bandini. para mim mim II paracerido com o brilhante I.
e dois livros que são como uma vida do fante. do verdadeiro fante.
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sexta-feira, 13 de julho de 2012
quinta-feira, 12 de julho de 2012
segunda-feira, 9 de julho de 2012
a angústia sem limite...
a vasta e deserta paisagem.
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segunda-feira, 2 de julho de 2012
domingo, 1 de julho de 2012
primeiro livro de uma autora de 83... um bom primeiro livro de alguém que muito promete.
seguir-te-ei. tal qual o livro segue aquelas pessoas.
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quarta-feira, 27 de junho de 2012
uma pedrada no charco à época.
ultra contextualizada. belo na construção. no desenho. na geometria.
o belo.
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segunda-feira, 25 de junho de 2012
às voltas nas roldanas que tão bem, tão eficazmente, confirmam os esquemas de funcionamento. incrível a simplicidade dentro da complexidade.
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um retrato fiel da perda de racionalidade em favor da certeza de um caminho...
estranha a nossa forma de viver e de pensar... estranho o condicionamento de que somos alvo e de como tudo faz sentido para alimentar a força de alguns.
e a itália é um mundo, nisto. e não só.
quanto ao filme, nada a apontar. o que não é necessariamente. bom.
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