quinta-feira, 2 de maio de 2019

bs, uk.





sábado, 27 de abril de 2019

por cada bebé que nasce...

...há mais uma razão para moldar o mundo que nos rodeia.
e para construir um mundo melhor.
os desafios que enfrentamos são globais.
(...)
cada um de nós pode deixar uma marca.
mas juntos podemos fazer toda a diferença.


quinta-feira, 25 de abril de 2019

25.4, um filme...

na madrugada em que há 45 anos atrás se tecia a liberdade, um filme / história (william kamkwamba, até aos seus 13 anos) que tão bem retrata o valor e o impacto que a educação pode ter paradoxalmente às desconfianças que sempre gera.
um filme que vale pela humanidade e pelo exemplo, mais do que por si.
ainda assim, bom de ver. bom de ver nesta noite / madrugada.

o rapaz que prendeu o vento
chiwetel ejiofor
[2019]

quinta-feira, 18 de abril de 2019

história...

breve da humanidade. o best seller de harari que li já tarde, quando a moda adormeceu. há modas e modas, todos sabemos. esta junta muito conhecimento com uma grande capacidade de escrever simples, exemplificar e tudo ligar, relacionar. juntam-se um pós de simplismo (o que mais me desagradou) e fica um livro interessante, comprado por muitos milhões e lido, estou certo, só por alguns desses milhões.


sapiens: história breve da humanidade
yuval noah harari
[2011]

"a antiga ponta de lança em silex era produzida numa questão de minutos por uma só pessoa, que dependia dos conselhos e da ajuda de alguns amigos íntimos. já a produção de uma moderna ogiva nuclear requer a cooperação de milhões de estranhos por todo o mundo - dos trabalhadores que extraem o minério de urânio das profundezas da terra aos físicos que escrevem as longas fórmulas matemáticas que descrevem as interacções das partículas subatómicas."

"a discrepância entre êxito evolutivo e sofrimento individual talvez seja a lição mais importante que podemos retirar da revolução agrícola... em termos evolutivos o gado bovino representa uma das espécies mais bem sucedidas de sempre e é ao mesmo tempo um dos animais mais infelizes do planeta."

"o militarmente incompetente augusto conseguiu estabelecer um regime imperial estável alcançando algo que escapou tanto a júlio césar quanto a alexandre o grande, que eram melhores generais. tanto os seus admiradores contemporâneos quanto os historiadores modernos atribuem, muitas vezes, este feito à sua virtude de clementia - moderação e clemência."

"a verdadeira questão que se nos apresenta pode já não ser "em que queremos transformar-nos?" mas antes "o que queremos querer?". os que não são assombrados por esta questão, muito provavelmente, ainda não pensaram bem nela."

segunda-feira, 15 de abril de 2019

(o outro) sw.




domingo, 7 de abril de 2019

divertida...

ou como já ver filmes com ele... com ele.

divertida-mente
pete dictor & ronnie del carmem
[2015]

sábado, 6 de abril de 2019

carta.

um bonito texto, dito por uma bonita (e densa) pessoa.
uma fotografia (também ela com fotografias) muito interessante e que revista uma lisboa que, por incrível que pareça, está ali ao virar da esquina. espaço e temporalmente.

ainda não acabamos : como se fosse uma carta
jorge silva melo
[2016]

sábado, 30 de março de 2019

viena, áustria.


quinta-feira, 28 de março de 2019

quão estreita é a porta...

...quão apertado é o caminho. uma "sentença" bíblica num filme não menos "bíblico". os irmãos coen, a serem os irmãos coen, desta vez à boleia da netflix e de um oeste que vive o espaço e o (des)encontro. filme muito interesse com música e fotografia de grande nível.

 
a balada de buster scruggs
joel and ethan coen
[2018]

terça-feira, 26 de março de 2019

born to kill.

kubrick, kubrick, kubrick... em como nos envolve (em 1987 a olhar como se olhava, em guerra); em como nos confronta, num jogo de nós contra nós (em particular na "recruta" e na situação da "snipper"); em como trata e torna simples em argumento; em como junta cor e música... e que música, terminando com um grande pain it black, dos stones.
tu kubrick. tudo excepcional.

 
nascido para matar
stanley kubrick
[1987]

segunda-feira, 25 de março de 2019

um livro, um escritor.

salman rushdie é o seu livro. e o seu livro é um bom exemplo de como no século XX um livro pode imputar tanto em tantas pessoas, bem como um "teste" claro aquilo que são os limites (?) à liberdade de criação e de expressão. A certa altura, salman diz que a cada dia que passa sente mais orgulho da sua obra, apesar das consequências (fatwa, privação da sua liberdade, cerca de 60 mortos atribuídas à polémica) da mesma. um excelente (por simples e centrado numa longa entrevista) documentário, 30 anos após a publicação de versículos satânicos.

 
salman rushdie, perseguido pela morte
William karel
[2018]

quinta-feira, 21 de março de 2019

poesia...

Ainda bem
que não morri de todas as vezes que
quis morrer - que não saltei da ponte,
nem enchi os pulsos de sangue, nem
me deitei à linha, lá longe. Ainda bem

que não atei a corda à viga do tecto, nem
comprei na farmácia, com receita fingida,
uma dose de sono eterno. Ainda bem

que tive medo: das facas, das alturas, mas
sobretudo de não morrer completamente
e ficar para aí - ainda mais perdida do que
antes - a olhar sem ver. Ainda bem

que o tecto foi sempre demasiado alto e
eu ridiculamente pequena para a morte.

Se tivesse morrido de uma dessas vezes,
não ouviria agora a tua voz a chamar-me,
enquanto escrevo este poema, que pode
não parecer - mas é - um poema de amor. 
maria do rosário pedreira

quarta-feira, 20 de março de 2019

joão...

"...no peito dos desafinados também bate um coração." 

filhos de joão, é um documentário que toca a emergência da música popular brasileira, olhando o nascimento e o contexto dos novos baianos e o papel de joão gilberto. vê-lo é confrontarmo-nos com outro mundo, outro brasil e melhor compreender que a desafinação onde batem corações não é, claramente, apenas na voz ou na composição. para mais, umas imagens maravilhosas daquele final da década de 60 e início da de 70. uma relíquia...


filhos de joão, o admirável mundo novo baiano
henrique dantas

segunda-feira, 18 de março de 2019

3h56m...

...o tempo que alex honnold demorou a escalar, sem corda, a monumental rocha "el capitan".
um exercício poderoso, de si para (contra?) si. e uma forma de olharmos para os nossos limites (ou não limites).
um pormenor, a amígdala que precisa de (mais e mais fortes) estímulos para ser activada e para desencadear a resposta emocional conforme. e depois, a história. a sua história...



free solo
jimmy chin, elizabeth vasarhelyi
[2018]

terça-feira, 12 de março de 2019

filha/o.


segunda-feira, 11 de março de 2019

dois que, naquele momento, se transforma em um.

tango on a visit é um documentário interessante que olha o tango do seu exterior - no que ao país se refere; no que aos participantes tipo se refere. interessante ainda a simbologia associada à dança e os seus rituais, bem como uma dimensão de balanço ténue entre o gosto e o "vício", a liberdade e a prisão e a foram como este gostar entra nas vidas de quem tem este gosto. não apenas com e pelo prazer...

tango on a visit
irene schuller
[2014]

https://irene-schueller.de/portfolio/tangozubesuch/

"durante aqueles 15 minutos, duas pessoas transformam-se numa."

sexta-feira, 8 de março de 2019

mulher. ser mulher.

o dia internacional da mulher foi, é e será sempre um dia especial. um dia talvez possa vir a ser apenas de uma memória, de uma má memória, de um mundo e de um tempo em que a mulher não podia, na plenitude, ser, pensar-se, sentir-se mulher.
o ama-san traz-nos a força de ser mulher, sou a forma das ama japonesas, mergulhadoras, pescadoras, sereias. a forçar de ser-se pessoa, mulher. um filme retrato. um filme perfeito para esta data.

ama-san
cláudia varejão
[2014]

"há todo um mundo maravilhoso por entre as rochas. mas é preciso coragem para o conhecer. sem monstros não haveria aventura. as mulheres dizem que o trabalho de ama é o inferno. muitas vezes pergunto-me por que escolhi um trabalho tão duro. já aconteceu tanta coisa. ao olhar para trás, vêm-me as lágrimas aos olhos. em japonês a isto chama-se harabanjo. são os mares agitados que sobem e descem, e que podem levar-nos a todos. todos os dias são difíceis, mas todos os dias aprendo."

quarta-feira, 6 de março de 2019

selma, ou a ponte.

a ponte. que une e divide.
as pontes. que unem e dividem.
um bom filme que documenta o que de mais marcante no mundo aconteceu. ali, com pessoas, pessoas como nós, ainda que abnegadas e convictas. inspiradoras e marcantes. incríveis.

selma
ava duvernay 
[2014]

terça-feira, 5 de março de 2019

histórias...

um filme que apenas cumpre e que "(dis)rompe", para deslumbrar, numa música (em dois momentos do filme) e em parte da fotografia. ainda assim, um furo abaixo da expectativa. e do nome, do impactante nome,


histórias de bairro
Samuel benchetrit 
[2015]

segunda-feira, 4 de março de 2019

um/a, mais um/a, mais um/a, mais o keith flint.

...que perdemos. todas/os.


breathe; prodigy

entre-os-rios...

um nome forte para um acontecimento fortíssimo. era 4 de março, como hoje. era 2001. era o porto, capital europeia da cultura e com ela nascia a casa da música. nascia algo impactante. caía com impacto a maldita ponte.
regresso hoje lá, 18 anos depois, pela mão de Dulce Maria Cardoso e do ser notável texto, não esquecerás. regresso hoje lá, 18 anos depois, pela mão de joão maria grilo que, de forma não tão notável, o adaptou para uma curta metragem homónima. mas o texto, aquele texto. e o contexto, aquele contexto. e aquela viagem de autocarro, às amendoeiras que floriam...
há tantos portugais dentro de portugal.

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2019

o clube...


um filme, clube. à volta do matthew macconaughey. do grande matthew macconaughey. no restante, cumpre sem deslumbrar... e creio que a história merecia e podia mais. bastante mais...



o clube de dallas
jean-marc vallée
[2013]

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2019

jakuchu.

como estar 200, 300 (mais) anos à frente de um tempo e como este tempo, que vivemos, permite que nos surpreendamos e descubramos estas pessoas. como será daqui a 200 anos? como será? excelente documentário e um figura que nos ajuda a compreender melhor a pessoa nas e com as suas circunstâncias.


jakuchu, as cores divinas
[2016]

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2019

orgulho (e preconceito).

orgulho é um filme "histórico" com um argumento extraordinário (e que apenas funciona por real). não tem uma direcção constante, por ter partes particularmente interessantes e outras não tanto. ainda assim um bom filme e um excelente documento de um período, do porquê e do como de determinadas lutas e da forma como o reino unido mudou (e tão rapidamente o fez, a partir de pequenas "faíscas" e de pequenos "impulsos", alguns vinculados a algumas pessoas).
ps. realce para um excerto curto da margaret thatcher dizendo que não está no governo para expressar sentimentos. como se os sentimentos se pudessem dissociar dos pensamentos, comportamentos, ... curioso nos dias que correm.



orgulho
Matthew warchus
[2014]

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2019

o belo...

o belo e o seu poder ou impacto. 6 horas em torno da beleza e de como se construiu ao longo do tempo, se vive, pensa e investiga hoje e se projecta para o futuro. um documentário interessante, com rigor e uma imagem impactante.


the sense of beauty
massimo brega
[2018]

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2019

a minha bio(grafia).

"...a minha biografia... tem duas datas; a da minha nascença e a da minha morte. entre uma e outra coisa todos os dias são meus."

Fernando Pessoa


segunda-feira, 18 de fevereiro de 2019

play, 2019.

e de todas, das dos 3 aos 5A, clapotis - ripple (https://www.bcnsportsfilm.org/en/peliculas/clapotis-ripple/).


festival play
[cinema s. jorge, lisboa; 17.02.2019]

domingo, 10 de fevereiro de 2019

lobo antunes...

a ser, lobo antunes.



domingo, 3 de fevereiro de 2019

dos filminhos, este...

que sobressaiu. como o lugar, o museu do dinheiro.

filminhos
[museu do dinheiro; 03.02.2019]

sê --- mente.

um espectáculo singular, construído e integrado com grande sensibilidade e cuidado. bonito, impactante. e depois, aquele som que parece o bater do coração e o cérebro perspicaz dele... se é. se é.


SêMente
lília esteves e inês pereira
[CCB; 03.02.2019]

quinta-feira, 31 de janeiro de 2019

je suis...

je suis le bebe.

quarta-feira, 30 de janeiro de 2019

an american (world?) dream...

trump, uma série que ajuda a pensar como se criou a personagem. do último episódio, uma "personagem", duas frases e duas imagens (uma do seu casamento; outra de um jantar de correspondentes com Obama como presidente). tudo a contribuir. tudo a contribuir.

jesse ventura; eleições minnesota; 1998

"trump tem uma necessidade insaciável de ser amado."

"trump tem uma insegurança visceral e não controlável."



trump, an American dream
netflix
[2017]

terça-feira, 29 de janeiro de 2019

brussels.



meia noite de allen.

a meia noite de woody allen. tem este poder de me colocar a ver filmes com actores como o o. wilson e mantém a capacidade de explorar os lugares, os físicos e os psicológicos. longe de me provocar o que provocava mas... allen.

meia noite em paris
woody allen
[2011]

segunda-feira, 28 de janeiro de 2019

hoje.

de uma actualidade "dramática", mais de quatro décadas (!) depois, um lumet que crescendo em distopia (será?) ao longo do filme, acaba por perder a dimensão impressionante de ritmo e de enredo do início do filme. ainda assim, (mais) um bom filme do lumet.


"és a personificação da televisão."
network
sidney lumet
[1976]

domingo, 27 de janeiro de 2019

as pontes.

um filme fabuloso, de um outro tempo de cinema. o texto (e o contexto) isso potenciavam. clint - nos seus múltiplos papéis com a meryl, quanto a mim e embora discutível, no seu melhor de sempre - encarregam-se do restante. sempre a (re)ver.

"os (velhos) sonhos eram bons sonhos. não se realizaram, mas estou feliz por os ter tido."

as pontes de madison county
clint eastwood
[1995]

quarta-feira, 23 de janeiro de 2019

the meaning of humor...

um filme de quando nasci. um humor tão actual que torna complexo que outro o substitua, mesmo não continuando. monty python, monty python.


the meaning of life
terry jones and Terry gilliam
[1983]

terça-feira, 22 de janeiro de 2019

a imagem, tudo.

uma ode à imagem e à força da mesma. a fantasia, dentro da fantasia.
(mais um) grandíssimo filme de fellini.

8 1/2
frederico fellini
[1963]

segunda-feira, 21 de janeiro de 2019

alto? perto...

dois dos motores do cinema de hollywood são os "grandes acontecimentos" e a adaptação de romances. este filme vive dos dois, constituindo-se como a adaptação ao cinema de um comovente romance pós-11 de setembro. não sendo um filme espantoso, para mais tendo em consideração os recursos do mesmo, nem sequer com particularmente boas interpretações, não deixa de ser um interessante ponto de vista da perda (e das fases da mesma) e do (re)encontro.


extremamente alto, incrivelmente perto
stephen daldry
[2011]

quinta-feira, 17 de janeiro de 2019

katalin.

katalin varga, não sendo um filme deslumbrante, é impactante. uma passagem tenderá a perdurar em mim... o barco a girar em círculo, os três nele, dois de um lado (com ele a gerir), ela do outro mas, como tudo gira, tudo é cíclico, é ela agora que pode. e pode. muito.


katalin varga
peter strickland
[2009]

segunda-feira, 14 de janeiro de 2019

ir... e voltar.

ida, com volta. e neste meu regresso a redescoberta... ou, como fazer um grande filme (na imagem, na força, na narrativa, em tudo...), com (tão) poucos recursos.



"como podes considerar sacrifício (não fazeres) quando nunca o fizeste?"

ida
pawel pawlikowski
[2013]



terça-feira, 8 de janeiro de 2019

V

v for vendetta, apesar de ser um filme estimulante e visualmente interessante, não atinge a dimensão da bd que o origina.
não é (quase) sempre assim? sim...




v for vendetta
james mcteigue
[2005]

sexta-feira, 4 de janeiro de 2019

mirror for future.

a série black mirror, na sua "descontrução episódica", permite-nos reflectir sobre a interface entre o nosso comportamento e modo de viver e a forma como utilizamos e utilizaremos a tecnologia, o conhecimento e a aprendizagem automática / inteligência artificial. logo, é uma série estimulante, interpelante, por vezes dura e crua. desta quarta temporada, hang on dj é o episódio chave...
veremos o que será o futuro da série... e do nosso modo de viver...


black mirror
charlie brooker
[2011-2017]

quinta-feira, 3 de janeiro de 2019

caminhos...

da chamada que nenhum pai (ou mãe) pode receber ao luto impossível. um filme que vive da sua ideia, de algumas imagens mas paradoxal (um mix de músicas inquietante - do óptimo ao fraco; um mix de acontecimentos não menos inquietante - até ao "fácil"; até na fotografia...). ainda assim, um filme, filme. posso mudar o nome? daniel, por favor.



o caminho
Emilio estevez
[2010]

"nós não escolhemos uma vida... nós vivemos uma vida."

terça-feira, 1 de janeiro de 2019

2018.


esta é uma, senão, a imagem do ano para mim. e que poder tem (esta) imagem. aretha, tudo o que simbolizou e simboliza, de sapatos vermelhos e pé sobre pé no seu caixão. como uma soldada que caiu, que se "desergueu", abatida aqui mas erguida sempre. obrigado.

segunda-feira, 31 de dezembro de 2018

portugal.

ana sofia fonseca, numa experiência que imagino para ela e para a equipa muito impactante, filma uma parte do melhor de portugal. um deleite para mim. e uma frase que ficará... a certa altura diz-se que ainda bem que apenas agora, com muito mais qualidade nos métodos, o vinho português começa a "explodir". o vinho hoje, como no futuro mais de portugal explodirá. assim será e acontecerá. e isso faz-me sorrir. que venha 2019...


setembro, a vida inteira
ana sofia fonseca
[2018]

domingo, 30 de dezembro de 2018

colo, ou como, ainda assim, fazer e fazer bem.

filme a filmar a crise e as crises dentro da crise. villaverde a filmar bem, com os parcos recursos de que dispõe. a fazer. e a fazer bem, com o que tem.


colo
teresa villaverde
[2017]

sexta-feira, 28 de dezembro de 2018

(bairro) roma.

cuarón a pensar-se e a retirar o melhor de si.

uma fotografia fantástica, pormenores deliciosos. um grande filme - o primeiro dos produzidos pela netflix.


roma
alfonso cuarón
[2018]

sexta-feira, 30 de novembro de 2018

bélgica.


bruxelas. bruges.
[NOV; 2018]