ou como o cco deu o pontapé de saída.
a ver, a ver.
quanto às curtas, "da vinci" e "a onda traz, o vento leva".
as outras também, mas estas...
domingo, 29 de setembro de 2013
shorts on.
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sexta-feira, 6 de setembro de 2013
as cozinheiras de livros.
esta noite, no aniversário da biblioteca.
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quarta-feira, 4 de setembro de 2013
pastoral...
portuguesa.
grande, grande, enorme casanova.
um deleite. e um deleite meio desaparecido por estes dias...
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quarta-feira, 28 de agosto de 2013
frederico.
frederico, o poeta.
lindo.
lindo de não morrer.
a kalandraka (como a ahab), é como um relógio. suiço.
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terça-feira, 27 de agosto de 2013
e agora?
pedro adão e silva, ineligente e lúcido.
situa (muito bem) a crise e as suas origens.
falta-lhe a resposta ao título do livro.
o "e agora?".
só isso.
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terça-feira, 20 de agosto de 2013
um repentino pensamento libertador...
título que diz tudo. mais que tudo.
ahab, qual relógio. suiço.
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domingo, 11 de agosto de 2013
segunda-feira, 5 de agosto de 2013
médico à força | teatro ao largo
num largo. meio largo. meio lindo.
uma (ainda assim boa) peça que cumpre (muito bem) o seu objeto e objetivo.
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domingo, 4 de agosto de 2013
gaiola dourada.
um (bom) filme que cumpre (muito bem) o seu objeto e objetivo.
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sexta-feira, 26 de julho de 2013
sábado, 13 de julho de 2013
quem se importa...
quer se importa ou o ser (ser-se) hoje empreendedor(a) social.
um quasi-manual de ir além... não da troika, mas de nós.
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segunda-feira, 17 de junho de 2013
indignação.
roth, sempre roth.
como uma máquina. sabemos o que vai dali sair.
nunca (me) desilude.
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quinta-feira, 13 de junho de 2013
não.
não à descrença.
filme obrigatório hoje...
no atual contexto social e político.
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sábado, 1 de junho de 2013
quarta-feira, 22 de maio de 2013
domingo, 5 de maio de 2013
amour...
ou como tudo no que o haneke mexe vira imagem, cor, magia.
mais um grande filme...
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quarta-feira, 24 de abril de 2013
os quatro últimos filmes...
pela ordem de preferência.
tipo de 1 a 4 (em que quatro é muito bom)...
4.
3.
1.
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domingo, 21 de abril de 2013
voltar a ler...
este...
e este...
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segunda-feira, 15 de abril de 2013
sábado, 13 de abril de 2013
segunda-feira, 1 de abril de 2013
the master.
paul thomas anderson,
uma espécie do pouco que ver desta cinema nos dias que correm...
de ver... talvez algo mais até. mas não muito...
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terça-feira, 26 de março de 2013
terça-feira, 26 de fevereiro de 2013
à espera da europa.
ou o que se espera dela.
tanta expetativa. tanto por cumprir.
da bulgária, aqui. de espanha à bulgária.
ontem e hoje.
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sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013
vertigo. ou o início do cco.
uma pequena grande maravilha.
fundamental. intemporal.
e a marcar o início do cco. momento perfeito.
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terça-feira, 5 de fevereiro de 2013
7 dias em havana.
a cidade merecia bem melhor.
e qualidade nas pessoas não faltava... então, porquê?
porquê?
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sábado, 26 de janeiro de 2013
este, este e este.
este.
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sexta-feira, 18 de janeiro de 2013
quarta-feira, 2 de janeiro de 2013
confraria, fante.
fante é fabuloso.
pelo que, mesmo aqui (mesmo aqui), encontramos fante.
pouco (menos do que gostava), mas fante.
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sábado, 29 de dezembro de 2012
domingo, 11 de novembro de 2012
visitar.
o visitante.
no ritmo do rumo vs sem rume vs rumo vs sem rumo.
interessante. essencialmente por isso.
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sábado, 27 de outubro de 2012
quinta-feira, 25 de outubro de 2012
domingo, 21 de outubro de 2012
news...
porque prefiro a "parte news" à "parte room".
bastidores desenhados (mas bastidores) dos atuais "cozinhados" nisto de fazer (a) informação.
para pensar, refletir, entender e, especialmente, contextualizar. enquadrar.
venha a segunda série. lá para a primavera de 2013. depois de obama I, durante obama II.
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terça-feira, 16 de outubro de 2012
"entfremdung"
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sexta-feira, 12 de outubro de 2012
o roubo.
carey,
impulsivo, irascível, irrequieto.
escrita sem quês, porquês e/ou merdas.
forte. poderoso.
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sábado, 29 de setembro de 2012
domingo, 9 de setembro de 2012
sorrio a...
não trocava a minha ansiedade e a dor dela pela calma feliz que tem o preço da não reflexão. o mesmo é dizer que gosto de ti sempre pronto a explodir.
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sábado, 8 de setembro de 2012
quinta-feira, 6 de setembro de 2012
viajo porque preciso, volto porque te amo.
na senda dos títulos dos livros, um título de filme que é mais filme que o próprio filme.
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segunda-feira, 3 de setembro de 2012
2 coelhos
cinema brasileiro. mesmo brasileiro.
bom filme. grande fim. com o "exit" dos grandes radio...
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segunda-feira, 27 de agosto de 2012
domingo, 26 de agosto de 2012
suite habana.
a simplicidade levada ao absurdo do fabuloso.
grande, grande filme. dos sonhos aos sem sonhos numa cidade que parece sonhada.
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sexta-feira, 24 de agosto de 2012
quarta-feira, 22 de agosto de 2012
polisse.
"se não conseguirem (encontrar um lugar onde fiquemos para sairmos da rua), fiquem com ele. não quero que ele seja como eu."
quantos mais ousman criaremos nós? neste nosso mundo?
assim mesmo... este pensar, permanente. e o fim. o fim.
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segunda-feira, 20 de agosto de 2012
take XXII
e chegou a hora de "não me apetecer", "não querer".
chegou.
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domingo, 19 de agosto de 2012
fantasia (?)
da propaganda de outrora à de hoje...
pequenos saltos. outros contextos.
um portento da portugalidade e da mesquinhez dos nossos "chefes" à época.
a não perder o minuto "a nau portugal".
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sexta-feira, 17 de agosto de 2012
quinta-feira, 16 de agosto de 2012
A impotência da Esquerda radical.
"A Esquerda persiste na recusa ideológica em operar com o conceito de "natureza humana""
Não há nada como ler analistas ainda que só tenuemente esquerdizantes para perceber por que motivo a Esquerda radical, mesmo prometendo arrasar o "capitalismo de casino", aniquilar os especuladores financeiros, abater os ricos e instaurar o paraíso terrestre, não consegue demover os eleitores a entregar-lhe o poder. Essa incapacidade radica, no essencial, no esquecimento da história e, talvez sobretudo, na recusa ideológica em operar com o conceito de "natureza humana" ou, pelo menos - caso o conceito seja mesmo repugnante -, na recusa em atender às "profundezas antropológicas" (Edgar Morin) de certos comportamentos humanos.
Por que será que a malta não vota em massa no Louçã e no Jerónimo? Em finais dos anos trinta do século passado, já chegava à Europa muita informação sobre os milhões de mortos que custava a edificação do socialismo na União Soviética. A ascensão do fascismo impediu a intelligentsia ocidental de denunciar os crimes cometidos na pátria dos trabalhadores; e depois, o papel da URSS na derrota do nazismo e, subsequentemente, a Guerra Fria continuaram a justificar o silêncio com que muita gente, com a típica boa consciência da Esquerda, persistia em encobrir os horrores do estalinismo, porque era imperioso não fornecer argumentos à Direita e porque o Terror fora um erro acidental, que futuras experiências socialistas certamente suprimiriam. A partir de 1964, Brezhnev estabilizou com mão-de-ferro um regime ditatorial assente numa polícia política feroz (KGB) e numa Censura implacável. A União Soviética colocou um homem na Lua, abeirou-se do milagre económico com os seus portentosos programas quinquenais, e eliminou alguns aspectos mais escabrosos do estalinismo. A exegese dos textos fundadores do marxismo-leninismo continuou a fornecer a milhares de intelectuais europeus (e até americanos) matéria para apaixonados debates: houve amigos que se zangaram.
Entretanto, o mundo ocidental desenvolvia-se e enriquecia, experimentando depois da II Guerra Mundial, e até à crise do petróleo de 1973, as mais elevadas taxas de crescimento económico da sua história. Da moda à música e à exploração espacial, todas as indústrias, pesadas e ligeiras, registaram um desenvolvimento espectacular. As cidades europeias encheram-se de lojas, enormes armazéns e inúmeros supermercados com prateleiras a abarrotar dos mais variados produtos. Num mundo já dominado pela radiodifusão e pela televisão, a imagem de uma Europa colorida, livre, abastada, transpôs a Cortina de Ferro, e começou a despertar sonhos para os lados de Leste. Nestas sociedades, pobres e taciturnas, os Beatles conquistaram uma audiência apaixonada e impuseram-se como um ícone. O Ocidente tornou-se cada vez mais um fruto apetecido, gerando desejos e expectativas que o socialismo não podia satisfazer. Quando chegou Gorbachev mais a sua perestroika, a sociedade russa estava madura para uma mudança radical, abraçando a liberdade segundo o modelo do Ocidente. O "Fim da História", embora se revelasse provisório e ilusório, legou contudo uma consequência duradoira, que chega aos nossos dias: o total descrédito dos métodos revolucionários como meio para impulsionar o progresso, e a radical desmitificação do regime comunista, clamorosamente naufragado no meio da sua torpeza e ineficácia. Não admira que só franjas martirizadas pela frustração se mostrem entusiasmadas com os cacos deste regime que Louçã e Jerónimo têm para oferecer a Portugal.
O comunismo, enjeitado por aqueles mesmos que o viveram, não se recomenda a sociedades livres, habituadas à concorrência, conformadas com a existência de ricos, pobres e remediados, em que a vasta maioria das pessoas encara as promessas de igualdade social como histórias para adormecer. As nossas sociedades, tal como aquelas que foram penosamente emergindo do colapso da União Soviética e como todas em que reina um módico de liberdade, são sociedades compostas de indivíduos ávidos de consumo, que se tornou na principal, senão única, paixão contemporânea, exacerbada pela globalização. Garantidos os pilares essenciais do Estado Social, Educação e Saúde, as pessoas votam em quem lhes prometer maior acesso a plasmas, casas, automóveis, iPad’s e viagens por paragens tropicais; por quem lhes garanta a posse de um maior número de bens, materiais ou simbólicos. Está na natureza dos homens, que a Esquerda encara erradamente como um produto transitório de um sistema social defeituoso. Quando em 1884 Engels presenteia a Humanidade com A Origem da Família, da Propriedade Privada e do Estado, remete-nos para um mundo angélico, com criaturas a viverem felizes numa sociedade livre da praga do individualismo, em que tudo era comunitário. Apenas não nos explica como e porquê surgiram então energúmenos movidos pela ideia tenebrosa de se apropriarem do que era colectivo, secundados por outros indivíduos que se apressaram a imitá-los. Engels não explica, em suma, a origem da propriedade privada uma vez que, excluindo o factor natureza humana, fica sem instrumentos conceptuais que permitam esclarecer por que motivos as idílicas comunidades primitivas não resistiram à cupidez do Homem. Muito mais proveitosa é a este respeito a leitura de Locke, que em lugar de um tipo humano ideal e inexistente, se ocupa do pequeno homem industrioso, aplicado a ganhar a vida o melhor possível, dentro do respeito pelas leis.
Enquanto a Esquerda não submeter a uma crítica radical os vários socialismos reais que conhecemos - e não há senão socialismos reais; enquanto não reexaminar os pressupostos ontológicos do seu entendimento da sociedade, poderá seduzir uma minoria de incautos bem intencionados, mas não chegará ao poder - a não ser numa circunstância absolutamente extraordinária e totalmente imprevisível.
Publicada por t. à(s) 16:17 0 comentários
artistas.
um filme leve, sem deslumbrar (a fotografia é interessante) e com argumento previsível q.b. e final sonso.
o melhor filme do ano (2011) para holywood.
assim. natualmente.
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sexta-feira, 10 de agosto de 2012
making of...
"livrico".
pequeno, conciso.
uma amostra. bonita.
para um livro. lindo. o tal filho de mil homens.
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quarta-feira, 8 de agosto de 2012
velho, velho, velho!
quando já nem a vergonha lhes sobra....
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terraferma.
um filme forte (muito forte) que oscila entre momentos filme (com uma fotografia espantosa) e momentos não-filme (parecem feitos, pensados por outras pessoas).
quanto à história / estória, o nosso mundo como ele é. merdoso. injusto. desequilibrada. frustrante.
Publicada por t. à(s) 01:10 0 comentários
segunda-feira, 6 de agosto de 2012
sábado, 4 de agosto de 2012
contado ninguém acredita.
a milhas do finding e do monster's ball.
milhas. milhas.
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