25 dólares.
que contam. aqui.
terça-feira, 21 de fevereiro de 2012
sábado, 18 de fevereiro de 2012
segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012
VI
quando deixou de haver um grande objetivo para alcançar e para me fazer querer viver?
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sábado, 11 de fevereiro de 2012
las cosas que se mueren no se deben tocar [dulce maría loynaz]
dulce maria cardoso é brilhante na escrita de um livro vivencial que nos provoca arrepios de antagonismos e de incertezas na forma de olhar, pensar, recordar o "retorno".
um livro que pauta uma abordagem transversal à cultura de autores e pensadores portugueses.
muito, muito, muito bom.
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quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012
portugalidade(s).
portugalidade(s) e joão césar monteirices...
um retrato de uma zona. de uma época. e do início de uma forma de fazer cinema.
e recolha para cinema.
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segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012
respiro.
uma lampedusa irrespirável.
com traços culturais violentos. irrequietos.
um filme fantástico. com uma valeria golino fantástica.
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sábado, 4 de fevereiro de 2012
sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012
...
talvez não masterpiece.
mas a ver. claramente a ver.
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segunda-feira, 30 de janeiro de 2012
sexta-feira, 27 de janeiro de 2012
segunda-feira, 23 de janeiro de 2012
domingo, 22 de janeiro de 2012
desgrça... à la coetzee.
coetzee é um dos escritores vivos que mais gosto.
e este é um livro seu. só poderia ser seu. só seu.
a áfrica em papel. no papel.
tal como a escrita de coetzee. simbólica mas não demasiado. simples mas não demasiado. contagiante mas não demasiado.
bom para coetzee. o que é (na realidade) muito bom.
"ser pai... não consigo deixar de pensar que, em comparação com ser mãe, ser pai é uma coisa bastante abstrata"
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quinta-feira, 19 de janeiro de 2012
um filme de pessoas...
...de pessoas. do brasil.
...das suas particularidades. do brasil.
...da sua forma de estar... de ser. do brasil.
master. edifício master.
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terça-feira, 17 de janeiro de 2012
ao:
"não me parece que seja a culpa, mas para não sentires culpa".
tudo estruturado e sem zangas ou ódios para não a sentir...
rumo ao grandioso prémio nobel.
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segunda-feira, 16 de janeiro de 2012
onte, sessão dupla. à antiga.
primeiro,
a ligação/relação de haneke com o branco.
no fantástico, hipnótico e desconcertante "funny games".
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domingo, 15 de janeiro de 2012
antes e depois.
o ensino democratizou-se (é certo, mas por quanto tempo mais?) mas as oportunidades não são iguais para todas/os.
e posso falar (é certo, mas por quanto tempo mais?) mas não sei se as pessoas escutam.
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quinta-feira, 12 de janeiro de 2012
ugresic´, incondicional.
escrita dura. geométrica. transparente.
tudo claro, limpo.
e ao segundo livro, eis que sou seu incondicional.
seu incondicional.
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sublime.
filme fantástico de um cineasta artista.
maravilhas da contemporaneidade. e da vivência de um tempo e de um pensamento que parece que nos querem roubar.
icónico. uma referência.
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quarta-feira, 11 de janeiro de 2012
sinais de quê?
europa, 2012:
http://www.bbc.co.uk/news/
sinto "uma força a crescer-[me] nos dedos | e uma raiva a nascer-[me] nos dentes".
hoje, em 2012 e na europa.
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"tem sempre direito se pagar!" [e o curioso pensamento...]
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terça-feira, 10 de janeiro de 2012
os famosos...
depois de tapa na pantera, os famosos e os duendes da morte.
um tapa em mim, nós, vós.
a ver. um realizador a seguir.
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segunda-feira, 9 de janeiro de 2012
carnage.
mau de mais.
até para este polanski.
estranho. estranho. estranho.
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quarta-feira, 4 de janeiro de 2012
terça-feira, 3 de janeiro de 2012
josés.
[bateram as 12 badaladas!]
caro josé soeiro,
partilho consigo (contigo?) a idade, o signo e alguma "perspetiva das coisas". nada disso vale nada de nada.
hoje, além da idade, do signo e da "perspetiva das coisas" partilhamos saramago. e eu passei a guardá-lo (guardar-te?) num canto especial.
explico.
apostaria que a figura e o pensamento de Saramago o fascina. não que concorde entusiasta e cegamente com o seu pensamento e postura. nem que goste de tudo o que ele escreveu. mas certamente sente-se (sentes-te?) fascinado pelo seu percurso, pelo seu nobel, pela sua coerência, pela sua vontade.
aposto.
em fevereiro de 2009 ele tornou público um texto que escreveu intitulado "esperanças". partilho-o hoje consigo (contigo?). e faço-o porque na sexta li um texto seu (teu?) que funcionou em mim da mesma forma como esse texto de saramago havia funcionado. como um murro no estomâgo por vermos aquilo que pensamos sobre algum assunto escrito por outrem de uma forma impossível a mim que o pensei.
mais, com um clareza, simplicidade e incisão assustadora. Os Josés a entrarem na minha cabeça e a alfabetizarem o que sinto. Eu, analfabeto sentimental, a ler-me.
foi isto.
e foi [só] isto que pela primeira vez me fez escrever a um político. a uma pessoa com voz.
para dizer que lê-lo (ler-te?) foi um dos meus momentos do ano. eu, impaciente humanista (teoricamente, quasi-comunista), psicólogo, leitor compulsivo de tudo e todos... eu perdido amargamente no sentimento de que vivemos um momento [um lugar] onde a impossibilidade da emergência de novos discursos bloqueia o necessário "ser e fazer comunitário".
paro. paro e penso. porque é que estou mesmo a escrever isto?
percebo... enfim.
para, egoísta, o (te?) convocar. o (te?) convocar a ser(es?) voz.
faça (faz?) voz. crie (cria?) discurso. um novo discurso.
agrega-me.
por favor!
t.
"sobre a esperança tem-se escrito muito e discursado muito mais. tal como sucede com a utopia, a esperança foi sempre, ao longo dos tempos, uma espécie de paraíso dos cépticos. e não só dos cépticos. crentes fervorosos, daqueles que estão convencidos de que levam por cima das suas cabeças a mão compassiva de deus a defendê-los da chuva e do calor, não se esquecem de lhe rogar que cumpra nesta vida ao menos uma pequena parte das bem-aventuranças que prometeu para a outra. por isso, quem não está satisfeito com a escassez que lhe coube na desigual distribuição dos bens do planeta, agarra-se à esperança de que o diabo nem sempre estará atrás da porta e que a riqueza lhe entrará mais cedo ou mais pela janela. quem tudo perdeu, mas conservou ao menos a triste vida, considera que lhe assiste o humano direito de esperar que o dia de amanhã não seja tão desgraçado como foi o dia de hoje. supondo, claro está, que haja justiça neste mundo. ora, se neste planeta existisse alguma coisa que merecesse semelhante nome, não a miragem do costume com que nos iludem os olhos e a mente, mas uma realidade que se pudesse tocar com as mãos, é evidente que não precisaríamos de andar todos os dias com a esperança ao colo, ou embalados nós ao colo dela. a simples justiça (não a dos tribunais, mas a daquele fundamental respeito que deveria presidir às relações entre os humanos) se encarregaria de pôr todas as coisas nos seus justos lugares. dantes, ao pobre de pedir a quem acabava de negar a esmola, dizia-se-lhe hipocritamente que “tivesse paciência”. penso que, na prática, aconselhar alguém a que tenha esperança não é muito diferente de aconselhá-la a que tenha paciência. é muito comum ouvir dizer que a impaciência é contra-revolucionária. talvez seja, talvez, mas eu inclino-me a pensar que, pelo contrário, muitas revoluções se perderam por demasiada paciência. obviamente, nada tenho de pessoal contra a esperança, mas prefiro a impaciência. já é hora de que ela se note no mundo para que alguma coisa comecem a aprender aqueles que preferem que nos alimentemos de esperanças."
josé saramago
jornal de letras [10.02.2009]
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segunda-feira, 2 de janeiro de 2012
mesmo assim, r.
"um beijo traz dor" -
concordando, cito
estas palavras que o sábio rodrigo escreveu -
e no entanto beijarei de novo.
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a la dignidad.
o filme arma.
para uns - os poderosos - arma perigosa... contagiante.
para outros - os nós, os dignos, os nadie - arma de inquietude... de vitalidade... de "el pueblo unido".
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domingo, 1 de janeiro de 2012
sábado, 31 de dezembro de 2011
sexta-feira, 30 de dezembro de 2011
josé soeiro.
o seu texto.
o caminho para mim.
simples. incisivo. marcante.
ano novo, vida nossa
bateram as 12 badaladas e anunciaram que tínhamos ficado em 2011. na televisão, um comentador explicava: "seria uma irresponsabilidade mudar de ano agora, em plena crise." o colega de debate, especialista em finanças cronológicas, concordava: "não estamos em tempo de comprar novos calendários, as pessoas têm de compreender que é preciso fazer sacrifícios."claro que nem toda a gente aceitou pacificamente a ideia. milhares de jovens que iam fazer 18 anos em 2012 organizaram manifestações pelo direito ao futuro: "não queremos ficar com as nossas vidas congeladas", gritavam nas ruas. movimentos de cidadãos fizeram uma jornada contra o "recuo histórico" que significava voltar ao passado. houve uma greve por um novo calendário e por melhores condições de vida. clandestinamente, alguns começaram a produzir calendários alternativos e a funcionar com as datas de 2012. O governo explicou que era "totalmente inviável" mudar de ano. sugeriu que os jovens emigrassem. perante os protestos, ameaçou prender quem tentasse fazer um ano novo à revelia do acordo estabelecido com parceiros internacionais.
de repente, as praças foram ocupadas pela gente. fizeram-se músicas, contos, poemas, filmes sobre os futuros possíveis: como seria um ano novo? as pessoas começavam a criar aquilo de que falavam. aguentaram semanas na rua, numa lenta impaciência. Até que um dia o poder viu-se impotente: já não restava ninguém em 2011.»
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quinta-feira, 29 de dezembro de 2011
lá fui eu a hollywood...
...em dia de despedir e despedir-me.
até o nolan. onde está (no subconsciente?) o memento em ti?
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quarta-feira, 28 de dezembro de 2011
terça-feira, 27 de dezembro de 2011
"não cooperaram, não quiseram manter-se vivos",
ou o retrato surreal das autoridades que temos.
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segunda-feira, 26 de dezembro de 2011
do fim...
julian barnes é um dos escritores do momento.
poderoso, simbólico, envolvente.
coloca-se e coloca-nos nos seus livros... em especial os pós-fim.
aqui, o ending, acompanha-nos do início ao fim... e persiste no pós-fim.
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domingo, 25 de dezembro de 2011
história(s)
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quinta-feira, 22 de dezembro de 2011
off.
brilhante construção das inquietantes constelações comportamentais...
brilhante justificação do sistema. brilhante formulação do filme.
de um filme, muito maior que um país. muito melhor que um país. de um realizador que o país - agora - não merece.
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quarta-feira, 21 de dezembro de 2011
domingo, 18 de dezembro de 2011
orfeu
tanto, tanto, tanto potencial.
para apenas em rasgos, ser bonitinho. e só bonitinho.
pena.
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sábado, 17 de dezembro de 2011
quinta-feira, 15 de dezembro de 2011
sangue do meu...
para todos os que "fogem" ao cinema português.
canijo e sua equipa... nos plano duplos, no "entrar" pelo bairro, na banda sonora acidental (tony, mundial, ...) que não desmorona (quanto tudo à volta desmorona).
um ciclo. uma vida. uma obra-prima.
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terça-feira, 13 de dezembro de 2011
simbiótico.
o flamenco com a sitar.
aquelas músicas e músicos com o público.
o som e o ambiente comigo.
hipnótico!
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sábado, 10 de dezembro de 2011
a questão finkler...
a questão "todos os nomes".
escrita fluente. contagiante.
temática contagiante. fluente.
um livro a não perder. um booker inesperado. um booker feliz.
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quinta-feira, 8 de dezembro de 2011
(pouco) dangerous.
cronenberg só cumpre.
o que estranho, nele.
mais, tendo em conta o potencial do argumento. e dos atores.
ainda assim, a olhar. e recordar. e escutar. acomodar...
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quarta-feira, 7 de dezembro de 2011
domingo, 4 de dezembro de 2011
sábado, 3 de dezembro de 2011
ser campeão é detalhe.
o magrão (sócrates).
o futebol.
o povo.
a decisão a ele.
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!
"andar de comboio será impossível porque os passageiros irão asfixiar com a velocidade."
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sexta-feira, 2 de dezembro de 2011
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