terça-feira, 21 de fevereiro de 2012

kiva.

25 dólares.
que contam. aqui.

sábado, 18 de fevereiro de 2012

de provocação em...

provocação.
até à revolta. até ao (outro) sistema.
quanto faltará?

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

VI

quando deixou de haver um grande objetivo para alcançar e para me fazer querer viver?

take VI.

hoje.

tulpan.

simples. mágico. belo.
tulpan.

tulpan (tulipa)
sergei dvortsevoy
[2008]

sábado, 11 de fevereiro de 2012

las cosas que se mueren no se deben tocar [dulce maría loynaz]

dulce maria cardoso é brilhante na escrita de um livro vivencial que nos provoca arrepios de antagonismos e de incertezas na forma de olhar, pensar, recordar o "retorno".
um livro que pauta uma abordagem transversal à cultura de autores e pensadores portugueses.
muito, muito, muito bom.

o retorno
dulce maria cardoso
[2011]
"passamos a odiar alguém de um momento para o outro, não é só nos pensamentos que não mandamos, também não mandamos naquilo que sentimos"

"eu percebi que o pai tinha aprendido que o medo não é o que mais nos obriga a fazer seja o que for."

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

portugalidade(s).

portugalidade(s) e joão césar monteirices...
um retrato de uma zona. de uma época. e do início de uma forma de fazer cinema.
e recolha para cinema.

veredas
joão césar monteiro
[1978]

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

V

porque será tão difícil zangar-me? porquê?

take V

hoje.

respiro.

uma lampedusa irrespirável.
com traços culturais violentos. irrequietos.
um filme fantástico. com uma valeria golino fantástica.

respiro
emanuele crialese
[2002]

sábado, 4 de fevereiro de 2012

feliz.

ou como é simples nos fazer feliz.

feliz
pim teatro
[tgr, 04.02.2012]

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

...

talvez não masterpiece.
mas a ver. claramente a ver.

les invasions barbares (as invasões bárbaras)
denys arcand
[2003]

segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

IV

porque o permito? por invejar partes tuas? de ti?

take IV.

hoje.

sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

maria clara.

daqui a um mês...

segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

III

e como cabem dois "eus" tão grandes dentro de mim?

take III

hoje.

m, m, m e m

uau!!!!

martha, marcy, may, marlene
sean durkin
[2011]

domingo, 22 de janeiro de 2012

desgrça... à la coetzee.

coetzee é um dos escritores vivos que mais gosto.
e este é um livro seu. só poderia ser seu. só seu.
a áfrica em papel. no papel.
tal como a escrita de coetzee. simbólica mas não demasiado. simples mas não demasiado. contagiante mas não demasiado.
bom para coetzee. o que é (na realidade) muito bom.

disgrace (desgraça)
j. m. coetzee
[2009 | 1999]
"o crânio, e depois o temperamento: as duas partes mais duras do corpo."
"ser pai... não consigo deixar de pensar que, em comparação com ser mãe, ser pai é uma coisa bastante abstrata"

quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

um filme de pessoas...

...de pessoas. do brasil.
...das suas particularidades.  do brasil.
...da sua forma de estar... de ser. do brasil.
master. edifício master.

edifício master
eduardo coutinho
[2002]

terça-feira, 17 de janeiro de 2012

ao:

"não me parece que seja a culpa, mas para não sentires culpa".
tudo estruturado e sem zangas ou ódios para não a sentir...
rumo ao grandioso prémio nobel.

segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

hoje, final da tarde.

take II.

onte, sessão dupla. à antiga.

primeiro,
a ligação/relação de haneke com o branco.
no fantástico, hipnótico e desconcertante "funny games".

funny games (brincadeiras perigosas)
michael haneke
[1997]
depois,
com o novo gus van sant. novo em tudo, exceto na sua "traça" de filmar.
fabuloso movimento da câmara à procura da expressão certa... do traço certo.
restless (inquietos)
gus van sant
[2011]

domingo, 15 de janeiro de 2012

antes e depois.

o ensino democratizou-se (é certo, mas por quanto tempo mais?) mas as oportunidades não são iguais para todas/os.

e posso falar (é certo, mas por quanto tempo mais?) mas não sei se as pessoas escutam.

quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

ugresic´, incondicional.

escrita dura. geométrica. transparente.
tudo claro, limpo.
e ao segundo livro, eis que sou seu incondicional.
seu incondicional.

o museu da rendição incondicional
dubravka ugresic´
[2011 | o. 1996] 
"um fio de tristeza indefinida... os tramas sofridos nos anos formativos nunca se esquecem... algumas pessoas chamam-lhes nostalgia." 

sublime.

filme fantástico de um cineasta artista.
maravilhas da contemporaneidade. e da vivência de um tempo e de um pensamento que parece que nos querem roubar.
icónico. uma referência.

le quattro volte (as quatro voltas)
michelangelo frammartino
[2010]

quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

sinais de quê?

europa, 2012:

http://www.bbc.co.uk/news/magazine-16472310

sinto "uma força a crescer-[me] nos dedos | e uma raiva a nascer-[me] nos dentes".

hoje, em 2012 e na europa.

"tem sempre direito se pagar!" [e o curioso pensamento...]

terça-feira, 10 de janeiro de 2012

os famosos...

depois de tapa na pantera, os famosos e os duendes da morte.
um tapa em mim, nós, vós.
a ver. um realizador a seguir.

os famosos e os duendes da morte
esmir filho
[2009]

segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

início(s).

hoje.
aquilo.
finalmente.

carnage.

mau de mais.
até para este polanski.
estranho. estranho. estranho.

carnage (o deus da carnificinia)
roman polanski
[2011]

quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

enquanto isso...

por cá.

terça-feira, 3 de janeiro de 2012

sabe bem pagar tão pouco.

pingo doce?

josés.

[bateram as 12 badaladas!]

caro josé soeiro,

partilho consigo (contigo?) a idade, o signo e alguma "perspetiva das coisas". nada disso vale nada de nada.

hoje, além da idade, do signo e da "perspetiva das coisas" partilhamos saramago. e eu passei a guardá-lo (guardar-te?) num canto especial.

explico.

apostaria que a figura e o pensamento de Saramago o fascina. não que concorde entusiasta e cegamente com o seu pensamento e postura. nem que goste de tudo o que ele escreveu. mas certamente sente-se (sentes-te?) fascinado pelo seu percurso, pelo seu nobel, pela sua coerência, pela sua vontade.

aposto.

em fevereiro de 2009 ele tornou público um texto que escreveu intitulado "esperanças". partilho-o hoje consigo (contigo?). e faço-o porque na sexta li um texto seu (teu?) que funcionou em mim da mesma forma como esse texto de saramago havia funcionado. como um murro no estomâgo por vermos aquilo que pensamos sobre algum assunto escrito por outrem de uma forma impossível a mim que o pensei.

mais, com um clareza, simplicidade e incisão assustadora. Os Josés a entrarem na minha cabeça e a alfabetizarem o que sinto. Eu, analfabeto sentimental, a ler-me.

foi isto.

e foi [só] isto que pela primeira vez me fez escrever a um político. a uma pessoa com voz.
para dizer que lê-lo (ler-te?) foi um dos meus momentos do ano. eu, impaciente humanista (teoricamente, quasi-comunista), psicólogo, leitor compulsivo de tudo e todos... eu perdido amargamente no sentimento de que vivemos um momento [um lugar] onde a impossibilidade da emergência de novos discursos bloqueia o necessário "ser e fazer comunitário".

paro. paro e penso. porque é que estou mesmo a escrever isto?

percebo... enfim.

para, egoísta, o (te?) convocar. o (te?) convocar a ser(es?) voz.

faça (faz?) voz. crie (cria?) discurso. um novo discurso.

agrega-me.

por favor!

t.

"sobre a esperança tem-se escrito muito e discursado muito mais. tal como sucede com a utopia, a esperança foi sempre, ao longo dos tempos, uma espécie de paraíso dos cépticos. e não só dos cépticos. crentes fervorosos, daqueles que estão convencidos de que levam por cima das suas cabeças a mão compassiva de deus a defendê-los da chuva e do calor, não se esquecem de lhe rogar que cumpra nesta vida ao menos uma pequena parte das bem-aventuranças que prometeu para a outra. por isso, quem não está satisfeito com a escassez que lhe coube na desigual distribuição dos bens do planeta, agarra-se à esperança de que o diabo nem sempre estará atrás da porta e que a riqueza lhe entrará mais cedo ou mais pela janela. quem tudo perdeu, mas conservou ao menos a triste vida, considera que lhe assiste o humano direito de esperar que o dia de amanhã não seja tão desgraçado como foi o dia de hoje. supondo, claro está, que haja justiça neste mundo. ora, se neste planeta existisse alguma coisa que merecesse semelhante nome, não a miragem do costume com que nos iludem os olhos e a mente, mas uma realidade que se pudesse tocar com as mãos, é evidente que não precisaríamos de andar todos os dias com a esperança ao colo, ou embalados nós ao colo dela. a simples justiça (não a dos tribunais, mas a daquele fundamental respeito que deveria presidir às relações entre os humanos) se encarregaria de pôr todas as coisas nos seus justos lugares. dantes, ao pobre de pedir a quem acabava de negar a esmola, dizia-se-lhe hipocritamente que “tivesse paciência”. penso que, na prática, aconselhar alguém a que tenha esperança não é muito diferente de aconselhá-la a que tenha paciência. é muito comum ouvir dizer que a impaciência é contra-revolucionária. talvez seja, talvez, mas eu inclino-me a pensar que, pelo contrário, muitas revoluções se perderam por demasiada paciência. obviamente, nada tenho de pessoal contra a esperança, mas prefiro a impaciência. já é hora de que ela se note no mundo para que alguma coisa comecem a aprender aqueles que preferem que nos alimentemos de esperanças."


esperanças
josé saramago 

jornal de letras [10.02.2009]

segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

mesmo assim, r.

"um beijo traz dor" -
concordando, cito
estas palavras que o sábio rodrigo escreveu -
e no entanto beijarei de novo.

tennesse williams

ao dia 1...

...chega o princípio do fim. do nosso fim.
r.

a la dignidad.

o filme arma.
para uns - os poderosos - arma perigosa... contagiante.
para outros - os nós, os dignos, os nadie - arma de inquietude... de vitalidade... de "el pueblo unido".

la dignidad de los nadies
fernando solanas
[2005]

domingo, 1 de janeiro de 2012

2012.

aspiro à banalidade.
anseio a banalidade.

sábado, 31 de dezembro de 2011

em 2011 (I)

o...

menções...
...
e

em 2011 (II)

o...

menções...
...
e (contigo)

em 2011 (III)

sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

josé soeiro.

o seu texto.
o caminho para mim.
simples. incisivo. marcante.

ano novo, vida nossa

bateram as 12 badaladas e anunciaram que tínhamos ficado em 2011. na televisão, um comentador explicava: "seria uma irresponsabilidade mudar de ano agora, em plena crise." o colega de debate, especialista em finanças cronológicas, concordava: "não estamos em tempo de comprar novos calendários, as pessoas têm de compreender que é preciso fazer sacrifícios."
claro que nem toda a gente aceitou pacificamente a ideia. milhares de jovens que iam fazer 18 anos em 2012 organizaram manifestações pelo direito ao futuro: "não queremos ficar com as nossas vidas congeladas", gritavam nas ruas. movimentos de cidadãos fizeram uma jornada contra o "recuo histórico" que significava voltar ao passado. houve uma greve por um novo calendário e por melhores condições de vida. clandestinamente, alguns começaram a produzir calendários alternativos e a funcionar com as datas de 2012. O governo explicou que era "totalmente inviável" mudar de ano. sugeriu que os jovens emigrassem. perante os protestos, ameaçou prender quem tentasse fazer um ano novo à revelia do acordo estabelecido com parceiros internacionais.
de repente, as praças foram ocupadas pela gente. fizeram-se músicas, contos, poemas, filmes sobre os futuros possíveis: como seria um ano novo? as pessoas começavam a criar aquilo de que falavam. aguentaram semanas na rua, numa lenta impaciência. Até que um dia o poder viu-se impotente: já não restava ninguém em 2011.»
josé soeiro
público 
[30.12.2011]

quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

lá fui eu a hollywood...

...em dia de despedir e despedir-me.
até o nolan. onde está (no subconsciente?) o memento em ti?

inception (a origem)
cchristopher nolan
[2010]
"tens dois minutos para criares um labirinto que eu não consiga resolver num minuto."

quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

das russenhaus (gabriele muenter)

terça-feira, 27 de dezembro de 2011

"não cooperaram, não quiseram manter-se vivos",

ou o retrato surreal das autoridades que temos.

segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

do fim...

julian barnes é um dos escritores do momento.
poderoso, simbólico, envolvente.
coloca-se e coloca-nos nos seus livros... em especial os pós-fim.
aqui, o ending, acompanha-nos do início ao fim... e persiste no pós-fim.

the sense of an ending (o sentido do fim)
julian barnes
[2011]
"eu era acometido duma sensação a que só posso chamar pré-culpa: a expetativa de que ela dissesse ou fizesse algo que me fizesse sentir verdadeiramente culpado".
 
"posso perguntar-te uma coisa? perguntas sempre, respondeu. deixaste-me por causa de mim? não. deixei-te por causa de nós."
"a saída mais fácil [suicídio]. não que possa haver aí nada de fácil, nesta última asserção de individualidade contra a generalidade que a oprime."

domingo, 25 de dezembro de 2011

história(s)

"a história é essa certeza que se produz no ponto em que as imperfeições da memória se cruzam com as insuficiências da documentação"  
patrick lagrande

quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

off.

brilhante construção das inquietantes constelações comportamentais...
brilhante justificação do sistema. brilhante formulação do filme.
de um filme, muito maior que um país. muito melhor que um país. de um realizador que o país - agora - não merece.

offside (fora de jogo)
jafar pahani
[2006]

quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

fp.

para quem? e para os amigos de quem?

domingo, 18 de dezembro de 2011

orfeu

tanto, tanto, tanto potencial.
para apenas em rasgos, ser bonitinho. e só bonitinho.
pena.

orphée (orfeu)
josé montalvo e dominique hervieu
[culturgest, lisboa, 18.12.2011]

50/50

filme, assim.
50/50.
calmo, quieto.

50/50
jonathan levine
[2011]

sábado, 17 de dezembro de 2011

pesetero.

ponto final.

saudade.

quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

sangue do meu...

para todos os que "fogem" ao cinema português.

canijo e sua equipa... nos plano duplos, no "entrar" pelo bairro, na banda sonora acidental (tony, mundial, ...) que não desmorona (quanto tudo à volta desmorona).
um ciclo. uma vida. uma obra-prima.

sangue do meu sangue
joão canijo
[2011]

terça-feira, 13 de dezembro de 2011

simbiótico.

o flamenco com a sitar.
aquelas músicas e músicos com o público.
o som e o ambiente comigo.
hipnótico!

anoushka ahankar ensemble
lisboa, fundação calouste gulbenkian
[12.12.2011]

sábado, 10 de dezembro de 2011

a questão finkler...

a questão "todos os nomes".
escrita fluente. contagiante.
temática contagiante. fluente.
um livro a não perder. um booker inesperado. um booker feliz.

 the finkler question (a questão finkler)
howard jacobson
[2011]

"e sem resistência dentro dele, sem instinto de preservação, sem amour de soi, ou qualquer que seja a palavra para aquela cola que impede um homem de se desintegrar e o ensina a viver no presente."

"t.s. eliot dissera a auden que a razão porque fazia paciências noite após noite era que se tratava da coisa mais próxima de estar morto."

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

(pouco) dangerous.

cronenberg só cumpre.
o que estranho, nele.
mais, tendo em conta o potencial do argumento. e dos atores.
ainda assim, a olhar. e recordar. e escutar. acomodar...

 a dangerous method (um método perigoso)
david cronenberg
[2011]

quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

fight club privado...

não de dezenas de milhões.
meu. meu e (quase) só meu.
perfeito.

o cheiro do ralo
heitor dalhia
[2006] 

domingo, 4 de dezembro de 2011

uma pequena viagem...

...a cabo verde.
à boleia de uma voz cheia. de uma mulher cheia.

maria alice
[fea, 03.12.2011]

sábado, 3 de dezembro de 2011

ser campeão é detalhe.

o magrão (sócrates). 
o futebol.
o povo.
a decisão a ele.

!

"andar de comboio será impossível porque os passageiros irão asfixiar com a velocidade."

dionysius lardner
[cientista irlandês, séc. XIX]

sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

diferente.

mas triste.

the saddest music in the world (a canção mais triste do mundo)
guy maddin
[2003]

domingo, 27 de novembro de 2011

!

quinta-feira, 24 de novembro de 2011

na noite da greve geral...

porque será?
grande, grande. grandes.

film socialisme
jean-luc godard
[2010]

na madrugada da greve geral...

irène.
um olá sentido. um adeus. amor.

irène
alain cavalier
[2009]

quinta-feira, 17 de novembro de 2011

melancolia, melancolia por...

...te afastares de ti. trier.
...me afastares de ti. trier.

melancholia (melancolia)
lars von trier
[2011]

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

mágico.

l'illusionniste (o mágico)
sylvian chomet
[2010]

sexta-feira, 11 de novembro de 2011

abril despedaçado.

o belo no seu esplendor.
filme brutal... de um mundo brutal.

abril despedaçado
walter salles
[2001]

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

departures.

a imagem como cultura...
a cultura como forma de interpretar o presente...
e o não presente... a passagem pelo caminho.
bah! que força.

okuribito (a partida)
yôjirô takita
[2008]

segunda-feira, 31 de outubro de 2011

emigrar.

está na ordem do dia...
emigrar.
somos aconselhados por amigas... por amigos... e - agora - por pessoas (certamente não políticos) com responsabilidades de estado (certamente não políticas).

mas, o mais inacreditável, é que este é o mesmo discurso que ouvi aos governantes de são tomé e príncipe enquanto me explicavam porque é que não tinham as suas fortunas no país mas sim nos bancos portugueses ou suíços. e como aconselhavam tudo e todos a emigrar... por aqueles motivos.

não sei se é dos tempos que vivemos (no fundo, se isto é global) ou da nossa classe política mas a falta de visão e de perspetiva é algo arrebatador.

arrebatador.